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UOL

sábado, 19 de março de 2011

GunBus 410-a maior moto do mundo


A montadora Alemã Leonhardt Manufacturing, mostrou a moto maior do mundo, ela tem 3,45 m de comprimento, 1,48 de altura m, altura do assento e de 80 cm, e pesa 650 kg, os pneus são de 38 polegadas dianteira e 42 polegadas na traseira.
Foi exibida na (Intermont) Internacional de Scooter e Motocicletas, na Alemanha , a moto maior do mundo custa US$ 320 mil,
GunBus 410, conta com um motor de dois cilindros, montados em V, de 6.2I, e já vem com tres marchas e ré, e atinge 313 km/h.
A primeira motocicleta do mundo (1885)

A primeira moto do mundo foi contruída por dois alemães: Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach, em Stuttgart. Trata-se essencialmente de uma bicicleta motorizada. Foi também o primeiro veículo movido a petróleo do mundo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

 

Olá, meu nome é Monica Roberta da Silva,e adoro MOTOS  em todas as modalidades, pra quem curte como eu , vou postar aqui ,notiícias, curiosidades, campeonatos, fotos, um pouquinho de tudo dessa maravilha chamada MOTO.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

História das Motos

                               Tudo começou em 1869:

A moto foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando nos seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869. Nessa época, os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os transportes públicos a vapor já estavam a circular normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor nos veículos leves foram-se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando foram abandonadas definitivamente.



O inventor da moto com motor de combustão interna foi o alemão Gottlieb Daimler, que, ajudado por Wilhelm Maybach, em 1885, instalou um motor a gasolina de um cilindro, leve e rápido, numa bicicleta de madeira adaptada, com o objectivo de testar a practicidade do novo propulsor. A glória de ser o primeiro piloto de uma moto accionada por um motor (combustão interna) foi de Paul Daimler, um rapazinho de 16 anos filho de Gottlieb. O curioso nessa história é que Daimler, um dos pais do automóvel, não teve a menor intenção de fabricar veículos motorizados sobre duas rodas. O facto é que, depois dessa máquina pioneira, ele nunca mais construiu outra, dedicando-se exclusivamente ao automóvel.


Onde colocar o motor?

O motor de combustão interna possibilitou a fabricação de motocicletas em escala industrial, mas o motor de Daimler e Maybach, que funcionava pelo ciclo Otto e tinha quatro tempos, dividia a preferência com os motores de dois tempos, que eram menores, mais leves e mais baratos. No entanto, o problema maior dos fabricantes de ciclomotores – (veículos intermediários entre a bicicleta e a motocicleta) era onde instalar o propulsor: se atrás do selim ou na frente do guiador, dentro ou sob o quadro da bicicleta, no cubo da roda dianteira ou da traseira? Como de início não houve um consenso, todas essas alternativas foram adoptadas e ainda existem exemplares de vários modelos. Só no início do século XX os fabricantes chegaram a um consenso sobre o melhor local para se instalar o motor, ou seja, a parte interna do triângulo formado pelo quadro, norma seguida até os dias actuais.

A primeira fábrica:

A primeira fábrica de motas surgiu em 1894, na Alemanha, e chamava-se Hildebrandt & Wolfmüller. No ano seguinte construíram a fábrica Stern e em 1896 apareceram a Bougery, na França, e a Excelsior, na Inglaterra. No início do século XX já existiam cerca de 43 fábricas espalhadas pela Europa. Muitas indústrias pequenas surgiram desde então e, já em 1910, existiam 394 empresas do ramo no mundo, 208 delas na Inglaterra. A maioria fechou por não resistir à concorrência. Nos Estados Unidos as primeiras fábricas – Columbia, Orient e Minneapolis – surgiram em 1900, chegando a 20 empresas em 1910.
Tamanha era a concorrência que fabricantes do mundo inteiro começaram a introduzir inovações e aperfeiçoamentos, cada um deles tentando ser mais original. Estavam disponíveis motores de um a cinco cilindros, de dois a quatro tempos. As suspensões foram aperfeiçoadas para oferecer maior conforto e segurança. A fábrica alemã NSU já oferecia, em 1914, a suspensão traseira do tipo mono-choque (usado até hoje). A Minneapolis inventou um sistema de suspensão dianteira que se generalizou na década de 50 e continua a ser usada, hoje mais aperfeiçoada. Mas a moto mais confortável existente em 1914 e durante toda a década era a Indian de 998cm3 que possuía braços oscilantes na suspensão traseira e ligação automatica, um requinte que só foi adoptado pelas outras marcas recentemente. Em 1923 a motocicleta inglesa Douglas já utilizava os travões a disco em provas de velocidade. Porém, foi nos motores que se observou a maior evolução, a tecnologia alcançando níveis jamais imaginados. Apenas como comparação, seriam necessários mais de 260 motores iguais ao da primeira motocicleta para se obter uma potência equivalente a uma moto moderna de mil cilindradas. Após a Segunda Grande Guerra, observou-se a invasão progressiva das máquina japonesas no mercado mundial. Fabricando motos com alta tecnologia, design moderno, motor potente e leve, confortáveis e baratas, o Japão causou o fechamento de fábricas no mundo inteiro. Nos EUA só restou a tradicional Harley-Davidson. Mas hoje o mercado está equilibrado e com espaço para todo mundo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011


 Esportiva italiana de 998 cm³ é capaz de gerar

174 cv de potência máxima

MV Agusta F4 

Quem gosta de velocidade  sempre está em busca de novos desafios, tanto com duas ou quatro rodas. Hora Valentino Rossi acelera uma Ferrari de Fórmula 1, enquanto Michael Schumacher se aventura na motovelocidade. Desse modo, estas duas paixões foram unidas na motocicleta especial MV Agusta F4 1000 R Scuderia Ferrari. Utilizando como base a famosa máquina esportiva italiana, foi criada esta verdadeira jóia sobre rodas.

A MV Agusta F4 já se trata de uma moto muito exclusiva e, depois de passar pelas mãos dos customizadores franceses da Alka Design, tornou-se um exemplar único chamado de Scuderia Ferrari. Além de receber mudanças no visual, a motocicleta recebeu diversos acessórios de carbono em seu conjunto. Equipada com um propulsor de 998 cm³, a MV Agusta é capaz de gerar até 174 cv de potência.


Déia - Motociclista de Muitos Eventos
 
Aos 12 anos de idade Déia já dava suas primeiras voltinhas de moto e sofria seu primeiro tombo, mas não desanimou.

Andréia Orsini, a "Déia", sempre foi apaixonada por motos, embora não tivesse a melhor consciencia disto. Prova é que aos 12 anos de idade a Déia convenceu um primo a deixá-la andar na moto dele. Ela deu uma voltinha pequena e, no retorno, usei só o freio da frente com muita força e já sofreu o seu primeiro tombo. Mas ela não desanimou, nem ficou traumatizada não. Ela riu foi muito. Aquilo tudo foi o máximo para ela, tanto que insistiu para andar de novo para tentar parar fazendo uso dos dois freios, desta vez sem cair. Assim começou sua história com motos.

Déia começou a frequentar um bar em Porto Alegre no qual muitos motociclistas também iam. De lá para cá ela também se tornou uma motociclista.
Anos mais tarde, a paixão de Déia pelo mundo motociclístico floresceu na época em que um bar, o bar da "Gringa", era muito frequentado por motociclistas em Porto Alegre. Passando a ter mais contato com aquela turma, inevitavelmente ela se integrou a este novo "meio". "Algumas pessoas conhecidas naquela época até hoje fazem parte da minha lista de amigos", afirma a motociclista.

"Fui uma das fundadoras do Moto Grupo Indomáveis. Nessa época comprei minha moto, uma Suzuki Yes 125 pela qual eu era apaixonada. Muitas viagens eu fiz com a minha -pretinha-, nome com o qual eu a havia batizado.", diz Déia.


Déia começou a frequentar um bar em Porto Alegre no qual muitos motociclistas também iam. De lá para cá ela também se tornou uma motociclista.

Déia (d) faz parte de uma nova geração de mulheres que vê nas motos uma boa maneira de se divertir e fazer novas amizades.
"Fiz parte também do Garra Moto Grupo, no qual o meu atual companheiro, Hilton, era integrante. Pilotei algumas vezes a Twister 250 Honda e achei muito bom. Hoje, junto com o Hilton, lançamos a nossa própria marca, H-D Motorcycles: Hilton e Déia. Somos um -moto-casal- e estou adorando essa experiência. Decidimos tudo entre nós dois, somos amigos de todos os integrantes de todos os moto grupos que conhecemos e o que queremos é viajar e fazer novas amizades. Pegar a estrada é nosso maio prazer. Hoje piloto uma Falcon 400. Revezo com o Hilton nas viagens mais longas. Cada um pilota um pouco e assim chegamos nos nossos destinos sempre inteiros", relata Déia.
Atualmente, Déia e seu companheiro Hilton, formam um "moto-casal", o H-D Motorcycles.
Sempre muito alegre, brincalhona e rodeada de amigos, Déia e Hilton enchem de simpatia os eventos nos quais participam, sempre registrando os melhores momentos para compartilhar com todos.

Déia é daquelas que não poderiam ser outra coisa mesmo senão motociclista, pois a bela até faz aniversário no "Dia do Motociclista", 27 de julho.